O sentimento de insegurança toma conta das pessoas que moram e trabalham no centro da capital sergipana. Assaltos, furtos, arrombamentos a residências, carros e estabelecimentos comerciais são uma constante na vida desses cidadãos. A população reclama que não há policiamento nos bairros próximos ao centro e que nos calçadões só existe durante a semana, pois aos sábados, domingos e feriados não se vê uma viatura policial se quer.
“Moro no bairro Santo Antônio há 21 anos e aqui sempre foi um bairro tranquilo, mas de um tempo para cá sempre tem alguém sendo roubado por aqui. No entanto, quando ligamos para o 190 pedindo o apoio da polícia para ver se eles nos ajudam, demoram tanto a chegar que dá tempo do ladrão fugir de olhos fechados”, reclama a professora Alcione dos Santos.
Diversas lojas de autopeças na Av. Coelho e Campos já foram alvo de assaltantes. “Nós já não sabemos mais a quem recorrer, pois estamos cansados de pedir providências às autoridades competentes, pois os bandidos se sentem muito à vontade para praticar seus delitos, porque não vêem a presença policial na área e quando passa um carro da polícia por aqui é tão rápido, que mal dá para eles perceberem alguma movimentação estranha dentro das lojas. O que nós comerciantes queremos é mais policiais a pé, fazendo o policiamento de forma que os bandidos vejam que tem polícia”, desabafa o comerciante Marcos Carvalho.
No entanto a Polícia Militar diz estar fazendo sua parte, pois tem um efetivo de 30 homens por dia, distribuídos entre a polícia comunitária, radiopatrulha, companhia de choque e cavalaria fazendo o policiamento ostensivo do centro comercial e bairros adjacentes.
O que acontece, na visão do comandante do policiamento da área, Tenente-Coronel Robson, é que os delitos ocorrem e a população não presta queixa nas delegacias, tornando o fato oficial e de conhecimento da corporação. “Nós trabalhamos com estatísticas, não podemos trabalhar com achismo, portanto designamos nosso efetivo para as áreas que constatamos, através dos nossos mapas criminais, como áreas com maior índice de criminalidade. Por isso pedimos a população que comuniquem as ocorrências nas delegacias, formalizando através de boletins de ocorrência ou ainda, denunciem alguma atividade ilegal através do 190 da polícia militar”, informa o Tenente-Coronel.
LESSIO CERQUEIRA
“Moro no bairro Santo Antônio há 21 anos e aqui sempre foi um bairro tranquilo, mas de um tempo para cá sempre tem alguém sendo roubado por aqui. No entanto, quando ligamos para o 190 pedindo o apoio da polícia para ver se eles nos ajudam, demoram tanto a chegar que dá tempo do ladrão fugir de olhos fechados”, reclama a professora Alcione dos Santos.
Diversas lojas de autopeças na Av. Coelho e Campos já foram alvo de assaltantes. “Nós já não sabemos mais a quem recorrer, pois estamos cansados de pedir providências às autoridades competentes, pois os bandidos se sentem muito à vontade para praticar seus delitos, porque não vêem a presença policial na área e quando passa um carro da polícia por aqui é tão rápido, que mal dá para eles perceberem alguma movimentação estranha dentro das lojas. O que nós comerciantes queremos é mais policiais a pé, fazendo o policiamento de forma que os bandidos vejam que tem polícia”, desabafa o comerciante Marcos Carvalho.
No entanto a Polícia Militar diz estar fazendo sua parte, pois tem um efetivo de 30 homens por dia, distribuídos entre a polícia comunitária, radiopatrulha, companhia de choque e cavalaria fazendo o policiamento ostensivo do centro comercial e bairros adjacentes.
O que acontece, na visão do comandante do policiamento da área, Tenente-Coronel Robson, é que os delitos ocorrem e a população não presta queixa nas delegacias, tornando o fato oficial e de conhecimento da corporação. “Nós trabalhamos com estatísticas, não podemos trabalhar com achismo, portanto designamos nosso efetivo para as áreas que constatamos, através dos nossos mapas criminais, como áreas com maior índice de criminalidade. Por isso pedimos a população que comuniquem as ocorrências nas delegacias, formalizando através de boletins de ocorrência ou ainda, denunciem alguma atividade ilegal através do 190 da polícia militar”, informa o Tenente-Coronel.

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