Como se não bastasse a greve instaurada pelo sindicato dos bancários, agora é a vez da categoria dos professores municipais mostrarem suas reivindicações. Em busca de saídas positivas com relação ao Piso Salarial, os profissionais da educação paralisaram suas atividades na última quarta-feira, 07, quando os mesmos se reuniram com o intuito de promover uma grande passeata rumo a Câmara Municipal de Aracaju.
Os professores estão indignados com a falta de respeito e de valorização por parte da prefeitura, que ao estabelecer o Piso Salarial, não pensou que estaria indo de encontro às necessidades da classe docente, que em virtude disso, foi quem ficou prejudicada. “Não queremos mais do que é nosso direito. Basta o prefeito instaurar a efetivação do piso nacional”, disse a professora municipal, Maria Helena.
De acordo com os sindicalistas, a proposta vinda do prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B/SE), além de implicar em perdas salariais, também afetará na redução das férias do magistério de 60 para 45 dias. “Isso é uma tentativa de acabar com nosso plano de carreira”, conclui a professora.
Além da solicitação dos professores feita à prefeitura de Aracaju, os mesmos também pedem a ajuda e compreensão da sociedade nessa luta que não pode ser amortizada, pois segundo a presidente do Sindicato dos Professores do Município de Aracaju (Sindipema), Maria Elba da Silva, “a educação não é objeto que adquirimos em qualquer lugar, tem que ser valorizada”. E completa ao dizer que não vão dispensar seus direitos contraídos.
Mais mobilizações
Apesar de não decretar greve, o sindicato dos professores e seus seguidores, irão realizar mais mobilizações em prol da implantação do Piso desejado. A próxima iniciativa acontecerá dia 15 deste mês, data em que a categoria comemora o Dia do Professor. Será realizada uma caminhada desde a sede do sindicato, situada no bairro Siqueira Campos, até o centro da capital.
Os professores estão indignados com a falta de respeito e de valorização por parte da prefeitura, que ao estabelecer o Piso Salarial, não pensou que estaria indo de encontro às necessidades da classe docente, que em virtude disso, foi quem ficou prejudicada. “Não queremos mais do que é nosso direito. Basta o prefeito instaurar a efetivação do piso nacional”, disse a professora municipal, Maria Helena.
De acordo com os sindicalistas, a proposta vinda do prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B/SE), além de implicar em perdas salariais, também afetará na redução das férias do magistério de 60 para 45 dias. “Isso é uma tentativa de acabar com nosso plano de carreira”, conclui a professora.
Além da solicitação dos professores feita à prefeitura de Aracaju, os mesmos também pedem a ajuda e compreensão da sociedade nessa luta que não pode ser amortizada, pois segundo a presidente do Sindicato dos Professores do Município de Aracaju (Sindipema), Maria Elba da Silva, “a educação não é objeto que adquirimos em qualquer lugar, tem que ser valorizada”. E completa ao dizer que não vão dispensar seus direitos contraídos.
Mais mobilizações
Apesar de não decretar greve, o sindicato dos professores e seus seguidores, irão realizar mais mobilizações em prol da implantação do Piso desejado. A próxima iniciativa acontecerá dia 15 deste mês, data em que a categoria comemora o Dia do Professor. Será realizada uma caminhada desde a sede do sindicato, situada no bairro Siqueira Campos, até o centro da capital.
Hellen Gomes

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