O ciberespaço como fonte para os jornalistas
As redes segundo o autor possuem duas vertentes. A primeira trata-se do uso das redes temáticas como um complemento ao jornalismo tradicional na busca pelas informações. Ou seja, o jornalista usa a rede “apenas” para acrescentar as informações que ele já tem e que foram coletadas ao modo convencional, jornalista-fonte. A segunda fala que as redes podem ser consideradas um ambiente diferenciado do jornalismo, em que todas as etapas (produção, coletada de informações e divulgação), limitam-se ao espaço cibernético. No âmbito geral, os estudiosos dizem que os métodos usados no jornalismo digital, não passam dos elementos do jornalismo convencional transplantados como estrutura para o que é publicado no ciberespaço.
O futuro do jornalismo digital depende das técnicas utilizadas pelos profissionais na hora de pesquisar e apurar as informações, já que as redes não possuem limites e todos podem se tornar produtores das informações. É preciso perceber que a interatividade desse veículo de comunicação deve ser usada de forma a garantir que o grande público possa experimentar toda a potencialidade existente na mesma. E que as fontes usadas nas matérias podem ser os próprios usuários dela.
O jornalismo assistido por computador (caracteriza-se o uso da tecnologia como auxílio para o trabalho jornalístico) trabalha com as fontes primárias e o jornalismo digital trabalha com pesquisas a artigos, relatório, banco de dados e etc... Esse “novo” jeito de se trabalhar exige diferentes habilidades do profissional, já que ele lida também com fontes independentes (as que não tem ligação direto com nada nem ninguém) e por isso, todo cuidado é pouco. O pesquisador Koch, diz que a apuração no jornalismo convencional parte de acontecimentos que podem ser localizados com facilidade e geralmente surgem de declarações, mas no modelo digital, os acontecimentos são substituídos por uma frase digitada que mostrará a questão ou o problema.
O autor dá um exemplo no texto sobre o Último Segundo, publicação jornalística do IG. Existe um espaço no site que se chama Leitor-repórter, onde o internauta pode enviar notícias e reportagens. Se for pra enviar notícias, o leitor pode fazer denúncias e divulgar acontecimentos de toda parte do mundo e no caso de publicação, o portal checa primeiro as informações. Se for pra enviar reportagens, o leitor envia textos e imagens cujo tema é livre. Isso mostra que cada vez mais os usuários participam diretamente do que será publicado ou não e ainda participam como jornalistas apurando e noticiando as informações.
Para trabalhar com informações digitalizadas, os jornalistas precisam mudar o jeito de produzir as notícias. Tanto o profissional quanto o usuário das redes, precisam dominar técnicas específicas, já que eles terão acesso a dados dos mais diversos e que muitas vezes são publicados sem qualquer tipo de restrição. A diferença entre o processo de produção das notícias digitalizadas pro convencional, é que no primeiro o jornalista antes de sair para recolher alguma declaração, faz um levantamento de dados necessários para elaborar a notícia e no convencional, geralmente a notícia vem da própria declaração. No jornalismo digital essas declarações servem para dar mais credibilidade à notícia.
A consolidação do jornalismo digital se dá a partir da compreensão de que esse é um novo tipo de se fazer jornalismo e que todo o processo de produção da notícia se dá dentro do espaço cibernético, da apuração até a publicação da informação.
Comentários
Tem uma frase do texto que exemplifica o descompasso entre as demandas da prática profissional e o modelo de adoção dos computadores nas redações: “Muito desta defasagem se deve á difusão de conceitos como jornalismo de precisão ou reportagem assistida por computador, capazes de reduzir a tecnologia a um uso instrumental porque aperfeiçoa o trabalho sem desestabilizar os fundamentos da prática”. É preciso perceber que da apuração até a circulação dos fatos o ciberespaço servirá de um meio para que o repórter realize a sua matéria.
As redes segundo o autor possuem duas vertentes. A primeira trata-se do uso das redes temáticas como um complemento ao jornalismo tradicional na busca pelas informações. Ou seja, o jornalista usa a rede “apenas” para acrescentar as informações que ele já tem e que foram coletadas ao modo convencional, jornalista-fonte. A segunda fala que as redes podem ser consideradas um ambiente diferenciado do jornalismo, em que todas as etapas (produção, coletada de informações e divulgação), limitam-se ao espaço cibernético. No âmbito geral, os estudiosos dizem que os métodos usados no jornalismo digital, não passam dos elementos do jornalismo convencional transplantados como estrutura para o que é publicado no ciberespaço.
O futuro do jornalismo digital depende das técnicas utilizadas pelos profissionais na hora de pesquisar e apurar as informações, já que as redes não possuem limites e todos podem se tornar produtores das informações. É preciso perceber que a interatividade desse veículo de comunicação deve ser usada de forma a garantir que o grande público possa experimentar toda a potencialidade existente na mesma. E que as fontes usadas nas matérias podem ser os próprios usuários dela.
O jornalismo assistido por computador (caracteriza-se o uso da tecnologia como auxílio para o trabalho jornalístico) trabalha com as fontes primárias e o jornalismo digital trabalha com pesquisas a artigos, relatório, banco de dados e etc... Esse “novo” jeito de se trabalhar exige diferentes habilidades do profissional, já que ele lida também com fontes independentes (as que não tem ligação direto com nada nem ninguém) e por isso, todo cuidado é pouco. O pesquisador Koch, diz que a apuração no jornalismo convencional parte de acontecimentos que podem ser localizados com facilidade e geralmente surgem de declarações, mas no modelo digital, os acontecimentos são substituídos por uma frase digitada que mostrará a questão ou o problema.
O autor dá um exemplo no texto sobre o Último Segundo, publicação jornalística do IG. Existe um espaço no site que se chama Leitor-repórter, onde o internauta pode enviar notícias e reportagens. Se for pra enviar notícias, o leitor pode fazer denúncias e divulgar acontecimentos de toda parte do mundo e no caso de publicação, o portal checa primeiro as informações. Se for pra enviar reportagens, o leitor envia textos e imagens cujo tema é livre. Isso mostra que cada vez mais os usuários participam diretamente do que será publicado ou não e ainda participam como jornalistas apurando e noticiando as informações.
Para trabalhar com informações digitalizadas, os jornalistas precisam mudar o jeito de produzir as notícias. Tanto o profissional quanto o usuário das redes, precisam dominar técnicas específicas, já que eles terão acesso a dados dos mais diversos e que muitas vezes são publicados sem qualquer tipo de restrição. A diferença entre o processo de produção das notícias digitalizadas pro convencional, é que no primeiro o jornalista antes de sair para recolher alguma declaração, faz um levantamento de dados necessários para elaborar a notícia e no convencional, geralmente a notícia vem da própria declaração. No jornalismo digital essas declarações servem para dar mais credibilidade à notícia.
A consolidação do jornalismo digital se dá a partir da compreensão de que esse é um novo tipo de se fazer jornalismo e que todo o processo de produção da notícia se dá dentro do espaço cibernético, da apuração até a publicação da informação.
Comentários
Tem uma frase do texto que exemplifica o descompasso entre as demandas da prática profissional e o modelo de adoção dos computadores nas redações: “Muito desta defasagem se deve á difusão de conceitos como jornalismo de precisão ou reportagem assistida por computador, capazes de reduzir a tecnologia a um uso instrumental porque aperfeiçoa o trabalho sem desestabilizar os fundamentos da prática”. É preciso perceber que da apuração até a circulação dos fatos o ciberespaço servirá de um meio para que o repórter realize a sua matéria.
Portanto, a busca da informação no ciberespaço facilita o trabalho dos jornalistas, entretanto ele não deve se limitar a esse espaço, é preciso mesclar essa informações, os dados coletados com o formato tradicional de fontes, mas não de forma a limitar o questionamento as mesmas pessoas, é necessário da voz as usuários desse cIberespaço, que não deve ser restrito, limitado, ele é macro e se for usado levando em conta suas potencialidades irá contribuir para uma maior elaboração das matérias seja na web, como fora dela.
Levando em consideração que “o fator diferencial do jornalismo digital consiste na redistribuição dos poderes de controle entre todos os membros do sistema, considerando que os usuários são ao mesmo tempo fontes e produtores de conteúdos”. (p.36). Sendo assim cabe ao jornalista utilizar o ciberespaço como fonte de pesquisa e de integração entre informação e público, a fim de tornar esse espaço ainda mais democrático.
Postado por: Andréa Oliveira, Juliana Moura e Nayana Araujo
Levando em consideração que “o fator diferencial do jornalismo digital consiste na redistribuição dos poderes de controle entre todos os membros do sistema, considerando que os usuários são ao mesmo tempo fontes e produtores de conteúdos”. (p.36). Sendo assim cabe ao jornalista utilizar o ciberespaço como fonte de pesquisa e de integração entre informação e público, a fim de tornar esse espaço ainda mais democrático.
Postado por: Andréa Oliveira, Juliana Moura e Nayana Araujo

Tema muito interessante que nos faz refletir sobre nossas atuações no mercado de trabalho, pois estamos no 7º período e logo-logo deixaremos de ser estagiários (os que conseguiram estagiar) para sermos profissionais de comunicação, efetivamente.
ResponderExcluirCom a leitura do texto "O ciberespaço como fonte para os jornalistas", pude ratificar ainda mais minhas convicções com relação à utilização do ciberespaço em minhas ações enquanto profissional de comunicação.
Vejo o meio virtual como algo que acrescenta e facilita o trabalho jornalístico, pois nos dá diversas possibilidades para que possamos formatar matérias melhores elaboradas, pois contamos com uma infinidade de textos, áudios, vídeos que podem comlementar nossas matérias.
No entanto, Elias Machado também questiona que o ciberespaço não está sendo somente utilizado de forma a corroborar com o bom jornalismo, mas também de forma a prejudicar nossa profissão, pondo em prática nossa relevância, quando vemos o meio virtual sendo utilizado de forma a facilitar o plágio de matérias.
Enfim, temos toda uma gama de informações disponíveis através desse mundo virtual. Informações verídicas, inverídicas, interessantes para um dado momento, mas que em outro não tem tanta importância assim, que importam a um público restrito ou que são de interesse da grande massa.
Portanto cabe a nós jornalistas sabermos utilizar essa ferramenta de maneira ética e com responsabilidade, de forma a nos valorizarmos mostrando a relevância da nossa profissão, compromissados com a verdadeira informação de qualidade.
LESSIO CERQUEIRA