Desde as antigas maneiras de comunicação por meio de gestos e linguagem até os mais novos avanços tecnológicos, a produção e troca de informações e conteúdos tornaram-se características comuns dos seres humanos em quaisquer sociedades. Entretanto, esse avanço gerou diversidade dos meios de comunicação, no qual os conteúdos passaram a ser mercadorias e os indivíduos tornaram-se dispersos no espaço físico e no tempo.
É correto afirmar a atual supremacia das novas tecnologias, como motivadoras de uma espécie de modernização, a qualquer custo, imposta principalmente aos jovens, por parte da classe dominadora. Mas é preciso ter cautela, pois não se pode garantir a hegemonia fixa dessas presentes tecnologias, e muito menos que elas irão perdurar por anos sem que sejam menos idolatradas.
Enquanto isso, as novas tecnologias exercem bem seu papel de ludibriar, envolvendo seus usuários com inúmeros atrativos, que deixam o indivíduo totalmente envolvido pela possibilidade de sentir-se livre, totalmente alheio a dominações e sem que haja qualquer tipo de movimentação física.
Porém, o que está em jogo não são o progresso físico e técnico dos meios midiáticos em meio ao processo de evolução da humanidade e sim a capacidade e qualidade de produção enquanto sistema de informação.
Atualmente, a Internet tem sido gerenciadora de sonhos e leva o indivíduo a navegar pelo mundo. E, conseqüentemente criar seu próprio mundo, ou seja, gera “mundinhos” com a finalidade de desagregar a interação coletiva. Mas engana-se quem pensa que pelo fato de ter acesso direto, estará munido de todo o conhecimento. Para reverter isto é válido apostar nos atributos oferecidos pela própria tecnologia, como a capacidade de agir e de criar.
Para Wolton a Internet não é considerada uma nova mídia e sim um aglomerado dos meios de comunicação. A Web é composta por algumas propriedades como serviço, lazer, informação-notícia e informação-conhecimento. A necessidade de tal é constatada a partir do momento que a sociedade se dá conta de que precisa manter-se informada e em constante comunicação. Mas a informação não pode ser comparada com a comunicação, pois ambas estabelecem funções distintas a proporção de que a primeira se propaga com maior agilidade do que a segunda.
Mesmo diante da renovação, a cada dia, das novas tecnologias, a economia das mídias permanece fortificada, pois já está impregnada no âmbito sociocultural da humanidade.
No entanto, não podemos e não queremos que o processo evolutivo fique estagnado e sim que saibamos utilizá-los enquanto sociedade por meio da universalização da informação mantendo assim a interação coletiva entre os indivíduos.
É correto afirmar a atual supremacia das novas tecnologias, como motivadoras de uma espécie de modernização, a qualquer custo, imposta principalmente aos jovens, por parte da classe dominadora. Mas é preciso ter cautela, pois não se pode garantir a hegemonia fixa dessas presentes tecnologias, e muito menos que elas irão perdurar por anos sem que sejam menos idolatradas.
Enquanto isso, as novas tecnologias exercem bem seu papel de ludibriar, envolvendo seus usuários com inúmeros atrativos, que deixam o indivíduo totalmente envolvido pela possibilidade de sentir-se livre, totalmente alheio a dominações e sem que haja qualquer tipo de movimentação física.
Porém, o que está em jogo não são o progresso físico e técnico dos meios midiáticos em meio ao processo de evolução da humanidade e sim a capacidade e qualidade de produção enquanto sistema de informação.
Atualmente, a Internet tem sido gerenciadora de sonhos e leva o indivíduo a navegar pelo mundo. E, conseqüentemente criar seu próprio mundo, ou seja, gera “mundinhos” com a finalidade de desagregar a interação coletiva. Mas engana-se quem pensa que pelo fato de ter acesso direto, estará munido de todo o conhecimento. Para reverter isto é válido apostar nos atributos oferecidos pela própria tecnologia, como a capacidade de agir e de criar.
Para Wolton a Internet não é considerada uma nova mídia e sim um aglomerado dos meios de comunicação. A Web é composta por algumas propriedades como serviço, lazer, informação-notícia e informação-conhecimento. A necessidade de tal é constatada a partir do momento que a sociedade se dá conta de que precisa manter-se informada e em constante comunicação. Mas a informação não pode ser comparada com a comunicação, pois ambas estabelecem funções distintas a proporção de que a primeira se propaga com maior agilidade do que a segunda.
Mesmo diante da renovação, a cada dia, das novas tecnologias, a economia das mídias permanece fortificada, pois já está impregnada no âmbito sociocultural da humanidade.
No entanto, não podemos e não queremos que o processo evolutivo fique estagnado e sim que saibamos utilizá-los enquanto sociedade por meio da universalização da informação mantendo assim a interação coletiva entre os indivíduos.
Marieta Melo e Hellen Gomes

Não entendi bem o que Wolton quis dizer quando ele se refere a internet como um aglomerado de meios de comunicação. Ele quis dizer que a internet ainda não tomou sua identidade? Foi assim que entendi! MAISE ROCHA
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