No último domingo, 27, foi comemorado o dia nacional de doação e transplante de órgãos. Para festejar a data o Governo Federal promove de 28 de setembro a 02 de outubro, uma campanha educativa com o objetivo de divulgar à sociedade brasileira o que seja transplante e a importância de ser um doador.
Através de palestras, encontros, panfletagem e veiculação na mídia em geral, a Central de Transplantes de Sergipe busca conscientizar a população do estado, minimizando os mitos existentes que tanto dificultam nas decisões de familiares de pessoas em óbito por optarem pela doação de órgãos e tecidos ósseo dos seus parentes.
“Não basta a pessoa querer ser doadora, ela precisa avisar sua família de sua intenção, por que, senão, o processo de convencimento entre os familiares pode inviabilizar o transplante. Pois nós temos até seis horas para fazer todo o processo, desde a captação do órgão ou tecido ósseo, a identificação do possível transplantado, até a locomoção ao hospital onde vai ser feito o procedimento cirúrgico”, esclarece a assistente social Lucineide Fagundes.
Desde o ano 2000, quando foi fundada a Central em Sergipe, foram feitos 635 transplantes, sendo que desses 534 foram de córnea, 86 de rim, 13 de osso e dois de coração. No entanto a lista de espera ainda é grande, só no estado são 634 pessoas esperando um doador, a maioria necessita de rins e córneas.
“Sabemos que não é fácil, mas é muito gratificante. Porque quando vemos a felicidade estampada nos rostos de familiares e transplantados que nos agradecem e dizem terem nascido de novo graças ao gesto nobre da família do doador e de nosso trabalho intermediando esse processo, renovamos nossas baterias para continuarmos nosso trabalho diário”, declara Lucineide fagundes.
Para mais informações as pessoas devem entrar em contato através dos números 0800-2843216 ou 3259-3491. A Central de transplantes funciona 24 horas por dia em uma unidade anexa ao hospital João Alves.
LESSIO CERQUEIRA
Através de palestras, encontros, panfletagem e veiculação na mídia em geral, a Central de Transplantes de Sergipe busca conscientizar a população do estado, minimizando os mitos existentes que tanto dificultam nas decisões de familiares de pessoas em óbito por optarem pela doação de órgãos e tecidos ósseo dos seus parentes.
“Não basta a pessoa querer ser doadora, ela precisa avisar sua família de sua intenção, por que, senão, o processo de convencimento entre os familiares pode inviabilizar o transplante. Pois nós temos até seis horas para fazer todo o processo, desde a captação do órgão ou tecido ósseo, a identificação do possível transplantado, até a locomoção ao hospital onde vai ser feito o procedimento cirúrgico”, esclarece a assistente social Lucineide Fagundes.
Desde o ano 2000, quando foi fundada a Central em Sergipe, foram feitos 635 transplantes, sendo que desses 534 foram de córnea, 86 de rim, 13 de osso e dois de coração. No entanto a lista de espera ainda é grande, só no estado são 634 pessoas esperando um doador, a maioria necessita de rins e córneas.
“Sabemos que não é fácil, mas é muito gratificante. Porque quando vemos a felicidade estampada nos rostos de familiares e transplantados que nos agradecem e dizem terem nascido de novo graças ao gesto nobre da família do doador e de nosso trabalho intermediando esse processo, renovamos nossas baterias para continuarmos nosso trabalho diário”, declara Lucineide fagundes.
Para mais informações as pessoas devem entrar em contato através dos números 0800-2843216 ou 3259-3491. A Central de transplantes funciona 24 horas por dia em uma unidade anexa ao hospital João Alves.
LESSIO CERQUEIRA

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